Sou adepta dos porquês que não respondem
Das perguntas sem respostas
Das respostas sem perguntas
Das atitudes sem definição
Das buscas sem causas
Dos olhares perdidos em prol do nada que tudo encontram
Da falta de programação que tudo realiza
Do saber escutar mesmo quando se tem um mundo para gritar
Da lágrima que corre sem motivo dito
Do abraço que diz
Do olhar que fala
Da vida que vive sem ter explicar
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