Um dia escutei meu amigo José Sardinha falar: “O tempo não existe, mas ele passa.” Aquilo mexeu tanto comigo, me fez parar e pensar no tempo que não vejo, mas que sinto, ou que não sinto, mas vejo.
Não sei a ordem, visto que é tão subjetivo e evidente ao mesmo tempo, que não dá para explicar o que vejo ou o que sinto, mas é fato que existe e persiste.
Há coisas na vida que não precisam ser explicadas para justificar a existência e talvez o tempo, o bendito tempo seja uma delas .
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