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terça-feira, 24 de março de 2015
Enfrentando a hora de dizer adeus
É chegada a hora de ir... E agora? O que fazer? Sair fechar a porta sem olhar para trás, nem tão pouco para os lados? Ou parar, respirar, contemplar a tudo e a todos e dizer adeus?
Ele viveu cada instante de todas as emoções, chorou, riu, amou, não amou, desejou, desprezou, sentiu... mas seu ciclo chegou ao fim e ele teve que partir.
Hora difícil a da despedida, amarga pelo termino de uma etapa e doce pelo novo que atrelado está a todo fim.
Encarar o fim de frente, olha-lo nos olhos, bem no fundo é olhar para dentro do próprio eu que se recicla para um novo recomeço.
quinta-feira, 19 de março de 2015
Descompassos da idade
Quando se é jovem não se tem maturidade para desfruta-la em todas as suas possibilidades e quando se tem maturidade não se tem juventude para aproveitá-la com vigor que ela merece!
http://www.biatannuri.com
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Bia Tannuri
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quinta-feira, março 19, 2015
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domingo, 8 de março de 2015
O colorir da angustia
Este poema foi selecionado para fazer parte - Poemário 2015 - da Pastelaria Studios Editora
E lá vem ela, nascendo sob o cinza da tristeza que ontem a anoiteceu, pobre angustia.
Mas entre as nuvens de sua amargura surge o primeiro raio de ânimo que aos poucos vai lhe aquecendo a alma da esperança. Meio tímido, cabisbaixo, sem força de brilhar com todo entusiasmo necessário para a amargura exterminar, mas não desiste e vai vindo entre as entranhas do desgosto e aquecendo o coração e, aos poucos, secando as lágrimas da melancolia.
E quando menos se dá conta depara-se com todo colorido que a força de uma esperança pode ter e dá adeus a pobre e depressiva angustia de viver.
E lá vem ela, nascendo sob o cinza da tristeza que ontem a anoiteceu, pobre angustia.
Mas entre as nuvens de sua amargura surge o primeiro raio de ânimo que aos poucos vai lhe aquecendo a alma da esperança. Meio tímido, cabisbaixo, sem força de brilhar com todo entusiasmo necessário para a amargura exterminar, mas não desiste e vai vindo entre as entranhas do desgosto e aquecendo o coração e, aos poucos, secando as lágrimas da melancolia.
E quando menos se dá conta depara-se com todo colorido que a força de uma esperança pode ter e dá adeus a pobre e depressiva angustia de viver.
Só por hoje
(Este poema foi feito inspirado no poema “Anônimos” da poeta Maria Rezende, a Maria da Poesia, e a ela o dedico com carinho.)
Só por hoje eu acordo
Só por hoje eu vivo
A cada minuto vejo e sinto coisas que serão passadas ao tempo findado que do seu túmulo chamais voltarão
Só por hoje sofro a dor que arde como ferida aberta com a energia que pulsa sua presença e que mais tarde será ferida seca e triste lembrança de uma agonia que outrora derreteram meu sorriso em lágrimas
Cada página tem sua história, seus segredos escondidos nas linhas que passeiam por ela e só a ela pertencem
Só por hoje eu vivo o hoje que brevemente será ontem e jamais voltará a ser o amanhã da esperança das vidas não vividas
Só por hoje quero teu frescor que acorda com a esperança do amanhã e o traz para força do viver de hoje.
Só por hoje eu acordo
Só por hoje eu vivo
A cada minuto vejo e sinto coisas que serão passadas ao tempo findado que do seu túmulo chamais voltarão
Só por hoje sofro a dor que arde como ferida aberta com a energia que pulsa sua presença e que mais tarde será ferida seca e triste lembrança de uma agonia que outrora derreteram meu sorriso em lágrimas
Cada página tem sua história, seus segredos escondidos nas linhas que passeiam por ela e só a ela pertencem
Só por hoje eu vivo o hoje que brevemente será ontem e jamais voltará a ser o amanhã da esperança das vidas não vividas
Só por hoje quero teu frescor que acorda com a esperança do amanhã e o traz para força do viver de hoje.
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Bia Tannuri
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domingo, março 08, 2015
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