E a roda se abre.
Ela chega, pede licença, senta.
Cruza as letras delicadamente
e distribui poesia, contos, histórias, conversas.
Lança pequenos começos ao vento
para quem quiser completar.
Observa os que chegam, os que vão,
quem fica, quem fala, quem nada diz,
e vai tecendo, à sua volta,
a teia da união.
É democrática.
Não há padrões pré-estabelecidos.
Cada um a encontra à sua maneira.
Nenhum comentário:
Postar um comentário